Tensão internacional e advertências: o Dr. José Benjamín Pérez Matos analisa o posicionamento da Espanha e da França frente a Israel
Cayey, Porto Rico – 11 de abril de 2026
Porto Rico, 11 de abril de 2026. Em um contexto internacional marcado por crescentes tensões diplomáticas no Oriente Médio e na Europa, o Dr. José Benjamín Pérez Matos, presidente do Centro do Reino de Paz e Justiça, ofereceu uma conferência na qual vinculou decisões geopolíticas atuais a uma leitura espiritual de alcance global.
Durante sua intervenção, o Dr. José Benjamín Pérez Matos afirmou que as nações estão atuando, em muitos casos, desconectadas do Programa divino, que, segundo ele, rege os acontecimentos históricos e políticos.
«Há nações que se adiantam ao Programa Divino e, em vez de esperar pelas promessas que Deus tem para a humanidade… Porque, primeiramente, para que alguém seja um presidente, um governador ou um prefeito, e esteja alinhado com o Programa Divino, esse líder tem que conhecer as promessas que Deus tem para o tempo em que está vivendo; e assim não falhar. Pelo contrário, estar a par (e imerso) de todas as bênçãos e promessas que Ele tem prometido nas Sagradas Escrituras, para não estar contra elas».
Espanha e Israel: uma relação em deterioração
A análise do Dr. José Benjamín Pérez Matos tomou como caso concreto a relação entre Espanha e Israel, que nas últimas semanas evidenciou uma deterioração significativa. Segundo foi exposto, as posturas críticas adotadas pelo governo espanhol teriam tido consequências diretas no plano diplomático.
Entre as medidas mencionadas, destaca-se a decisão do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, de retirar representantes espanhóis de instâncias de coordenação estratégica, particularmente no centro localizado em Kiryat Gat. O Dr. José Benjamín Pérez Matos referiu-se a essa situação nos seguintes termos:
«Vemos o caso da Espanha: que se colocou contra Israel. E vejam, ontem (o horário… lá são seis horas a mais, em Israel), o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, retirou os representantes espanhóis de um Centro de Coordenação que eles têm em Kiryat Gat; e é por causa da postura da Espanha contra Israel. O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, expressou que quem faz isso não será aliado de Israel; Ou seja, não respeita Israel e que não estará no futuro de Israel; ou seja, nesse companheirismo com Israel».
A partir desse fato, o conferencista aprofundou nas implicações que, sob sua perspectiva, transcendem o meramente diplomático:
«E vejam que talvez ele não saiba —ou não esteja consciente do que ele falou ali (o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu)—, mas já se falou a Palavra: que em Israel, Jerusalém será a capital do planeta Terra completo. Por conseguinte, toda nação que ficar excluída desse Reino messiânico não entrará nesse glorioso Reino Milenar».
França na mesma trajetória
A análise também incluiu a França, cuja relação com Israel atravessa um período de crescente distanciamento. As diferenças entre o presidente Emmanuel Macron e o governo israelense se intensificaram nas últimas semanas, abrangendo desacordos políticos, comerciais e diplomáticos.
Nesse sentido, o Dr. José Benjamín Pérez Matos advertiu que a França pode estar trilhando um caminho semelhante ao da Espanha:
«E eles, vejam vocês, não estariam tendo parte nesse Reino porquanto se colocaram na posição de estar contra, e alguns até têm amaldiçoado Israel. E não estão conscientes de que nas Sagradas Escrituras Deus disse: “Aquele que te abençoar será abençoado, e aquele que te amaldiçoar será amaldiçoado”.
E alguns dizem: “Não; é que isso foi no tempo lá naqueles anos anteriores, isso foi no tempo de Moisés”.
Deus não se retrata do que Ele fala, e toda essa Palavra está vigente. Israel é o filho primogênito de Deus; e toda nação que amaldiçoar Israel: será amaldiçoado.
E por esse caminho, vejam, também vai o presidente da França, a quem também Israel nestes dias fechou as portas».
Jerusalém e a ordem futura
Por fim, o Dr. José Benjamín Pérez Matos concluiu sua exposição com uma reflexão sobre o papel de Israel e de Jerusalém no futuro global, segundo sua interpretação das Escrituras:
“Agora vejam, essa Palavra já foi falada de que Israel será a capital do planeta Terra completo. Por conseguinte, desde Jerusalém se estará governando todas as nações; e a nação que não se coloque em linha com a nação primogênita de Deus, Israel, ficará fora da bênção desse Reino. Isso é por tentar se adiantar falando levianamente em vez de se colocar em dia com as promessas e as bênçãos que Deus tem que neste tempo final estarão sendo estabelecidas”.»
A abordagem do Dr. José Benjamín Pérez Matos introduz uma dimensão espiritual na análise das relações internacionais, sugerindo que as decisões políticas atuais podem ter implicações mais profundas no futuro das nações.